Mãe de pet? Esse texto é para você

por Joice Melo

Entra post, sai post e o tema “mãe de pet” sempre volta. É, sim, um tema muito polêmico e muito mal interpretado – mas, na verdade, as pessoas interpretam as coisas do jeito delas, e por isso sempre rola umas ~namastreta~. Vou dar meu ponto de vista como uma mera mortal que também é mãe de humano e, pasmem, “mãe de bicho”.

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Pixabay

Separei algumas realidades vividas por nós, mães de crianças – para mostrar que, apesar do seu carinho pelo pet, “mãe de pet” NÃO EXISTE. Porque ser mãe não é só a parte romantizada da coisa, não é só o carinho, o amor, o gostosinho e a fofura da foto no Facebook: ser mãe é foda.

Entrevista de emprego

Se pra você, solteira, sem filhos, está difícil encontrar emprego, imagina para nós, mães de crianças? A primeira coisa que perguntam é: “você tem filhos?”. Aí, vem: “Quantos?”, “Com quem vai deixar quando vier trabalhar?”, “tudo bem, aguarde o nosso contato”. A você, “mãe de pet”, quando vai fazer uma entrevista, fazem todas essas perguntas? Acredito que não.

Parto

Você passou 12 horas em trabalho de parto, com dores horrendas, pra parir seu pet? Sofreu violência obstétrica? Teve que ouvir que você é irresponsável ou até burra por escolher uma ou outra forma de parto? Teve que aguentar pessoas falando do seu corpo antes, durante e depois da gravidez?

Adoção

Você teve de correr atrás de toda uma papelada, teve que resolver burocracia, e teve de passar por todas as etapas para adoção, além do desgaste físico e emocional, pra poder adotar seu pet?

No trabalho

Quando você consegue o tão esperado e sofrido trampo, você, “mãe de pet”, vai se descabelar toda pra achar um lugar pro seu pet ficar? Você já faltou no trabalho ou levou pro trabalho porque não tinha ninguém pra olhar seu filho?

Diversão

Já foi julgada no rolê porque deixou o seu pet com alguém pra você poder sair um pouco de casa e não pirar? Sempre que você põe o pé fora de casa sem seus pets, a primeira coisa que te perguntam é sobre eles?

Escola

Você já teve de esperar 1 ano para conseguir vaga pro seu pet na escola pública? Teve de faltar no trabalho para ir às reuniões escolares? Às festas?

Dia a dia do seu pet

Você já ficou acordada a noite toda porque seu bichano estava com cólica, com febre, com dentes crescendo e nervoso e você não sabia o que fazer?

E as fraldas, então? Você comprou uma mais baratinha porque não tem condições de comprar uma melhorzinha – o que fez seu pet ficar todo assado e você ter de tirar dinheiro de onde não tinha pra poder achar uma fralda que não causasse alergia?

Nos estudos

Você já teve de levar seu filho para a Universidade e ser medida de cima a baixo porque levou seu pet pra sala de aula? Ou, foi simplesmente dispensada da aula porque, se não, ele iria fazer barulho?

Você vai fazer o enem ou o vestibular este ano, está preocupada com quem vai deixar seu pet, ou está pensando em desistir de fazer a prova porque não tem ninguém para olhar ele?

Mãe solo

E, por fim, você é julgada por ser “mãe solo de pet”? Você tem de entrar na justiça para conseguir pro seu animalzinho uma pensão de merda que não paga nem metade das necessidades de uma criança e ainda ser taxada de interesseira por isso?

Se eu for enumerar aqui, a história vai longe, mas acredito que já deu pra você perceber o quão problemático é fazer comparação entre mãe de criança e mãe de bicho.

Falando por experiência própria agora, eu também sou tutora de bicho. A minha vida toda eu tive gatos, e há pouco tempo adotei um filhote – e você, “mãe de pet”, não sabe o quanto é mais tranquilo cuidar daquele bichano. Claro, ele não deixa de me dar trabalho: eu ainda tenho de comprar comida pra ele, de limpar as necessidades dele, castrar, vacinar, vermifugar.

Mas eu jamais fui rejeitada ou passei pelas necessidades que eu citei a cima com ele. Já com meu filho, de 5 anos, passei por quase todas citadas acima.

Então, manas, irmãs, um pouco de empatia faz bem. Não adianta querer bater o pé falando que mãe de gente e mãe de pet são a mesma coisa, porque não são. Nós, mães, já somos muito silenciadas.

Você, “mãe de pet” ou não, pode ajudar a mudar um pouco a mudar isso. Nós, mães, existimos e resistimos, a nossa luta é diária, é dolorida, é cansativa. Nós sofremos por ser mulheres, negras, periféricas – e por sermos mães, a sociedade nos exclui duas ou três vezes mais.

 

Agora você me diz: “Nossa, mas que vitimista você, conheço mães que não são assim”! Péssimo é esse discurso meritocrático que jogam para cima de nós. É sempre: TEMOS DE SER FORTES, TEMOS DE SER FODA, TEMOS DE SER A SUPER MÃE.

Mas não, nós não temos.

Então, vamos reconhecer seus privilégios e parar de julgar mães, parar de fazer comparações ridículas e ter na  cabeça que é diferente, SIM. Eu, como defensora dos animais, entendo que eles também precisam de cuidado e respeito – mas também não sou tão fantasiosa a ponto de achar que criar uma criança é a mesma coisa de criar meu pet.

 

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Joice Melo é mãe, militante feminista materna, trampa com comunicação, adora Star Wars, faz umas palhaçadas, mas no fundo é chata pra caralho. Está aqui para dar seu ponto de vista sobre tudo, junto misturado, porque é dessas.

* Publicado originalmente aqui.

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17 comentários

  1. É só uma maneira de tratar o bicho. São as maezinhas que ficam na internet de mimimi com o filho na coleira p ele n sair de perto pq fazer mimimi na internet eh mais importante que dar atenção.

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  2. E alguém acha mesmo que ter um bichinho é o mesno q parir, amamentar e criar uma criança? Acho que qualquer um sabe a diferença! Tantas situações dificeis que as mães passam todos os dias e vai ficar se preocupando com um título?

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  3. Essa treta eh absurda e nao deveria existir. Essa historia de mae de pet surgiu justamente como resposta a uma opressao sofrida pelas mulheres que optam nao ter filhos. Categoria que me incluo. Discordo totalmente que o uso dessa expressao desmerece o trabalho de quem cuida de crianças.

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  4. Essa treta eh absurda e nao deveria existir. Essa historia de mae de pet surgiu justamente como resposta a uma opressao sofrida pelas mulheres que optam nao ter filhos. Categoria que me incluo. Discordo totalmente que o uso dessa expressao desmerece o trabalho de quem cuida de crianças.

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  5. Bah.. desculpa. Péssimo texto. Mal escrito, péssimo uso do português e um tema absurdo. Por acaso quem resolve ser “mãe” de animais de estimação é que te julga por sair e deixar alguém cuidando do teu filho? Não! Tu estás atacando as pessoas erradas. Aliás, saiba que eu não sou “mãe” nem de animais, nem de crianças. Estou falando de forma bem imparcial aqui.

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  6. Vc é uma ridícula quem tá comparando aqui e você …
    Sou mãe pet sim… e já passei noites em claro olhando pra ela pq convulsiona, e não posso deixar ela sozinha… qdo tenho q sair procuro alguém pra ficar com ela, cada um vive de acordo q a situação manda … vc nem deveria ter bicho… pq com certeza eles não tem amor…
    Texto péssimo !!

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  7. Tinha que sair da “boca” de militante feminista esse tipo de merda! Podia se preocupa em raspar o suvaco e não com nomenclatura que as pessoas dão as suas relações com os seus pets.

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  8. Com todo respeito as mamães…
    Eu discordo.
    Sou mãe de pet. E vou continuar dizendo. E dá muito trabalho sim. Cachorro tbm precisa de cuidado e de educação. Não é nada disso de so alimentar, vermifugar e dar uma atençao aqui outr ali.
    Sempre que saio pra trabalhar me preocupo com meus dogs. Se vou ficar muitas horas fora, de certo combinei ou paguei alguem para olha-los. Ja passei muitas noites acordada por causa de doença deles, ja acompanhei em sala de cirurgia. Já perdi dias de trabalho por eles. Ja abri mão de muita oportunidade por causa deles.
    A capacidade deles de ficar algumas horas sozinhos não desqualifica o amor, o cuidado, o zelo…
    As pessoas tem é que parar de comparar o amor alheio ao seu.
    Cada um tem uma capacidade de amar diferente..

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  9. O que acho mais graça é que se vitimiza tanto como mãe, que passa preconceito no trabalho, com macho e o cacete, mas é mãe. Então não seja, caralho.

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  10. Nossa quando o feminismo é apenas para si não é mesmo? Respeito e bom senso não existiram na hora de criar está matéria mal feita. Não conheço nenhuma mãe de pet que se compara com mãe de humanos até porque o nome diz tudo né “mãe de pet” “filhos de quatro patas”, muitas mulheres não podem ter filhos ou adotar e acabam saindo da depressao por conta de virar mãe de pet, é ridícula sua comparação aparentemente não tinha mais o que fazer e veio problematizar algo que nem deveria, se ninguém quer ter filhos ok, se for mãe de pet ok, se for mãe de humanos ok, respeito e bom senso acima de tudo em qualquer situação, jamais criar um cão é igual criar humanos, mas não tire o direito das mulheres de se sentirem maternais com o que lhe convém e lhe faz feliz.

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  11. Ser “mãe de pet” é uma menção ao carinho, ao amor, ao cuidado e ao sentimento. Eu me considero mãe de pet pq tenho amor pelos meus cães e não tenho filhos humanos. Na verdade, não sei se quero ter filhos, justamente, pq me falta equilíbrio emocional, vontade e paciência. Talvez as coisas mudem, mas, até então, ser mãe de gente não é um sonho para a minha vida. Acho estranha a preocupação com o título “mãe” pq não dá para desmerecer a forma de cada um se intitular nas relações da vida. Algumas mães nem merecem esse título, apesar de terem filhos humanos. Claro que não é o seu caso, mas vc sabe que algumas mães por aí mal olham para a cara das crianças, mas “adoram” ser mãe. Na verdade, sou contra qualquer tipo de data comercial pq acho hipócrita. As mães que fazem jus ao título escolheram ser mães (“acidentalmente” ou não) e o dever de cuidar do filho é um processo natural e até de instinto. Não é fácil, sei que não e, por isso, não quero ser mãe. Mas não acho justo alguém julgar quando ou como eu devo usar uma palavra na minha vida. Inclusive, nada impede que uma mulher queira se intitular mãe de pet e de seres humanos também. Eu não me considero carente por ser mãe de pet, acho que tem mãe de humano com uma carência muito maior na vida. Denegrir o papel de mãe é dar esse nome às mulheres que jogam o filho no lago, matam, deixam a criança largada na vida, jogam na mão do mundo a criação de um ser humano. Essas mulheres receberem o título da maternidade deveria preocupar muito mais do que como deve ser chamada uma mulher que cria um pet. Quando uma pessoa diz que é mãe de pet está considerando que existe um amor grande envolvido. Não vejo como desrespeito e nem comparação. Até pq a palavra “mãe” não é exclusiva dos humanos, serve para todos os animais. Preste atenção, eu NÃO disse que cães e crianças são iguais… Eu disse que a palavra “mãe” não é usada APENAS para definir a cria entre humanos, mas tb entre animais. Portanto, sou a favor de menos preocupação com o título e mais atenção ao que ele significa na forma plena de amor. Eu uso a palavra mãe para explicar o quanto os meus pets são importantes na minha vida e não com p objetivo de desrespeitar alguém.

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  12. Amor não se mede nem dá para comparar. Só entendo que são coisas diferentes. O risco é compensar a falta de filhos humanos por filhos pets.

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  13. Porque vcs gostam tanto de problematizar as coisas e se fazer de vítimas? Tudo tem que arrumar um porque pra desmerecer os outros.
    Nao vi nenhuma ‘mãe pet’ se comparando a uma mãe QUE batalha pra criar seus filho. Quando falamos Mãe e a maior demonstração de carinho e amor com nossos bichinhos.
    Agora se não aceita não fica problematizando.
    MÃE TEM O SIGNIFICADO DE AMOR, CARINHO!!
    Vamos prioriza a paz não a confusão.
    Menos mínimi e mais amor!
    Somos mulheres!!

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  14. TENHO A COMENTAR O POST QUE FIZ QUESTÃO DE COLOCAR EM MINHA PÁGINA:
    Prezada Joice Melo, vou usar meu precioso tempo para comentar o seu “post”, afinal “blogueira”, essa “nova profissão, precisa de cliques e comentários pra sobreviver e pelo que li no seu perfil, isso é necessário. Então vou fazer a minha parte, usando o “meu bom lado” que procuro ter.
    Mãe de PET existe sim! Sou uma delas!!!! E vou te dizer o que me faz dizer isso com tanta certeza., baseada nos pontos que você destacou.
    ENTREVISTA DE EMPREGO:
    Se você é solteira, TEM FILHO, e não tem como se sustentar, e precisa de um emprego, deveria ter pensado antes de tê-lo. Isso vale para crianças e para pets. A diferença é que uma criança precisa de cuidados diferentes de um pet. Por isso optei por não ter uma criança. E por isso, sou sim, MÃE DE PET.
    PARTO
    Não. Não pari a minha filha. Deus colocou corpo e alma numa criatura e a destinou a mim. Por isso ela tem menos valor que uma criança que seria gerada no meu útero? Que coisa lamentável para as mulheres que não puderam gerar seus filhos. Amor não se define no útero. E por isso, sou sim, MÃE DE PET.
    ADOÇÃO
    Não. Eu não precisei correr atrás de burocracias pra ter uma PET como filha, pois apesar de muitas “mães” que geraram seus filhos em seus úteros as colocarem em latas de lixo, é muito mais fácil se adotar um pet, ou pegar qualquer um abandonado pelo meio da rua por pessoas que os consideram menos importante (como você). Ou simplesmente dar uma qualidade de vida que qualquer ser que respira procura. E por isso, sou sim, MÃE DE PET.
    NO TRABALHO
    Já me descabelei sim. Mas para adapta-la a ficar sozinha durante o dia enquanto eu estava no trabalho. Não sei se você sabe, mas isso é possível. É só fazer um processo de adaptação. Afinal são Pets, certo? E eu fiz ! E por isso, sou sim, MÃE DE PET.
    DIVERSÃO
    Não. Minhas amigas não me julgam. Sempre que é possível minha filha está comigo. Eu não piro por ficar em casa porque AMO a minha casa. Não preciso de rua ou balada pra me fazer feliz. E quando é possível, vou a lugares que ela pode ir comigo. Se não pode, crio situações que não a deixe triste por não ter ido. Ou quem tem filhos de duas perninhas pequenas não sai de casa???? A minha filha não me atrapalha em nada. E por isso, sou sim, MÃE DE PET.
    ESCOLA
    Não. Minha filha não precisa ir para escola. Não optei por isso. E por isso, sou sim, MÃE DE PET.
    DIA A DIA DO SEU PET
    Já fiquei acordada noite inteira sim, com ela no meu colo. Até porque, se você não sabe, um pet não sabe falar, e por isso necessita de muita dedicação pra deduzir o que está sentindo. Os problemas alérgicos são os mesmos de qualquer um.Deixe me pergunta-la agora: Você já comprou uma lata de leite que custa R$ 70,00 porque sua filha não comia? Porque precisava ficar forte e nutrida para fazer uma cirurgia? Assadura??? Já tive que usar remédios com ela também por conta de assaduras. PET também tem assadura. E nunca tive dinheiro sobrando não. Muitas vezes tenho que decidir sobre qual remédio comprar, se pra mim ou pra ela. E por isso, sou sim, MÃE DE PET.
    NOS ESTUDOS
    Você está citando o problema de qualquer mãe. As universidades, provas do ENEM etc. são os grandes problemas das mães que não tem com quem deixar seus filhos. Eu já passei por essa etapa. Antes disso não tive filhos. E por isso, sou sim, MÃE DE PET.
    MÃE SOLO
    Jamais teria um filho (pet ou não) esperando cria-lo com pensão. Nem vou comentar.
    Você é “tutora” de bicho e adotou um gato. Aham e daí?? Me desculpe, mas tenho pena desse gato e desse filho que já sobreviveu a 5 anos. “Dê o título que quiser.” Tutora é bonitinho.
    Infelizmente pessoas que pensam como você não deveriam ter uma “coisa” ou “outra”. Deveriam viver sozinhas, em seus micro mundos, onde somente vocês são importantes pra vocês mesmas.
    Crianças não devem ser resultados de uma boa “trepada”, de um descuido ou de um “golpe de barriga” (não sei em qual situação você se encaixa, cara Joice Melo). Filhos são fruto de amor. amor não se conta em números de pernas. Filhos devem ser opção de quem quer ser mãe (e também pai). Não importa quantas pernas ou patas tenham, não importa em que útero foi gerado. Filho é filho!!!!! E sou feliz por ter conhecido um amor incondicional de alguém que não fala a minha língua, de alguém que não me critica se estou gorda ou magra, se tenho dinheiro ou não, de alguém que me ama verdadeiramente, de alguém que jamais me abandonaria num “abrigo para idosos” porque não pode cuidar de mim (dentro da sua ótica, quando precisamos apenas de amor). Simplesmente me ama…
    Olho pra minha filha e agradeço a Deus por ter me dado a chance de ser mãe da Belinha, uma linda PET que me ama de verdade, que a amo como se tivesse saido das minhas entranhas. E por isso, sou sim, MÃE DE PET. Não me importa o que pensam os amigos, o entrevistador, o fiscal do ENEM, as diversões que não fui, as entrevistas de emprego que não passei, as noites que “perdi” com ela no meu colo ….e principalmente VOCÊ…. que decididamente não sabe o que está dizendo, cara Joice Melo.
    Amor de mãe é amor. É você olhar naqueles olhinhos e ver só amor em sua direção. Humano, normalmente, não sabe fazer isso!!!! Só PET!! garanto!!!!
    Tomara que eu esteja só um pouquinho certa… Porque baseada em tudo que li do que você publicou… Macaca não é mãe, gata não é mãe, cachorra não é mãe…. etc não é mãe… Só você!!!!
    Mas eu sim!!!! Digo e repito com muito orgulho. EU SOU MÃE DE PET !!!!!!!!!!!!!!!!!!

    ET: e sugiro você acrescentar em seu currículo no final do seu post: “mal amada”. Pois somente assim justificaria a mensagem tão absurda que escreveu. Fique em paz!!!!

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